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Você também sofre com desconforto vaginal?

Desconforto vaginal, como secura, queimação ou incontinência urinária podem ocorrer mesmo antes da menopausa e no puerpério. A principal causa é a vaginite atrófica: doença que pode impactar diretamente sua qualidade de vida e relacionamento com o parceiro.

 

Entre as mulheres que tem esse problema:

  • 75% disseram que a vaginite atrófica impacta negativamente suas vidas

  • 63% não conseguem identificar a atrofia vaginal como um problema crônico

  • 44% não procuraram o auxílio de um ginecologista

  • somente 4% reconhecem os sintomas da atrofia vaginal

 

 

DESCONFORTO VAGINAL

 

Problema que é frequentemente negligenciado e que tem grande impacto na qualidade de vida. A queda do estrogênio, que ocorre na menopausa, ou mesmo durante a amamentação, causa uma série de transtornos que impactam diretamente a qualidade de vida e o relacionamento com o parceiro. A vaginite atrófica, que é a falta de nutrição e hidratação da mucosa vaginal, é a principal responsável pelos sintomas de desconforto. Ela causa um afinamento da mucosa da vagina e da vulva, que com o tempo se torna mais sensível e mais exposta ao trauma.

 

Queimação, secura vaginal e desconforto constante, sintomas da vaginite atrófica, são pouco falados porque muitos os consideram como uma consequência natural durante a menopausa ou puerpério. Graças às inovações com laser esse problema pode ser prevenido e tratado de uma maneira mais segura e sem dor.

 

 

DOR DURANTE O ATO SEXUAL (DISPAREUNIA)

 

Um efeito mais tardio da vaginite atrófica é a dispareunia, dor durante o ato sexual. A vagina atrófica é fina, frágil, sem elasticidade e acima de tudo seca e sem lubrificação. Isso causa dor na relação sexual e uma série de consequências negativas para a vida do casal resultando na perda do desejo sexual e sentimentos conflituosos na vida íntima.

Entender a causa da dor e com o auxílio do tratamento a laser nos tecidos é uma forma eficaz de resolver os sintomas.

 

 

 

 

INCONTINÊNCIA URINÁRIA 

 

Esse é um dos problemas mais comuns em mulheres maiores de 35 anos e que abala seriamente a qualidade de vida. Existe de vários tipos e intensidades. De esforço (rir, tossir, levantar peso), urgência (perda involuntária de urina devido à perda de controle do sistema nervoso central) ou, de refluxo (quando a bexiga está tão cheia que a pressão interna é maior que a uretral).

Constrangimento e vergonha impedem a mulher de enfrentar o problema, o que muitas vezes leva a resignação. Mas existem agora técnicas e tratamentos minimamente invasivos que podem resolver esse problema*

 

* Incontinência urinaria é uma patologia complexa que exige um diagnóstico cuidadoso pelo médico antes de ser tratado.

 

Fonte: monalisatouch.com

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